Está concluída a jornada que marca o início da segunda volta da Liga Portuguesa de Basquetebol, com os holofotes a serem direccionados para Ílhavo, após a vitória do Illiabum sobre o Porto.Nesta jornada destaque também para o regresso às vitórias da Ovarense e logo em Guimarães, num jogo que comprova a ainda irregularidade da equipa de Fernando Sá e a enorme raça dos Vareiros que prometem não desistir.
Quem também regressou às vitórias após cinco derrotas foi o Sampaense e logo frente a um adversário directo na luta pelos play-off, o Bareirense.
Quem também tem razões para sorrir nesta jornada é o CAB, que venceu o Vagos e ganhou vantagem em caso de igualdade pontual com o conjunto Vaguense.
Na Figueira, a história repetiu-se. O Ginásio jogou melhor, teve o pássaro na mão, mas as individualidades do Benfica conseguiram levar o jogo para prolongamento e lá acabaram por vencer o jogo.
Em Coimbra, a Académica concretizou a sua melhor série da época e já vai na sua terceira vitória consecutiva. Já o seu adversário desta jornada, a Física, vai numa série de cinco derrotas.
Em Ílhavo aconteceu o resultado surpresa do jornada, com o Illiabum a derrotar o Porto que vinha com a confiança reforçada após ter arrebatado a taça Hugo dos Santos. Mas a surpresa foi só para quem não esteve em Ílhavo, pois desde cedo o Illiabum deu a entender que estaria no jogo até final.
Foi um jogo muito equilibrado e de grande emoção onde o Illiabum após um primeiro período onde o Porto conseguiu algum ascendente, demonstrou nos restantes mais colectivo e acima de tudo mais capacidade de sofrimento.
No início da segunda parte o Illiabum fugiu para 10 pontos de vantagem, mas uma forte reacção dos azuis levou o jogo para o derradeiro quarto com 50-51 no marcador e aí os Portistas acabaram por pagar a factura de tão desmesurado esforço.
Com efeito, no último período os Ílhavenses arregaçaram as mangas, defenderam ainda com mais acerto perante um Porto sem soluções e apenas capaz de marcar, em 10 minutos, 3 lançamentos de campo.
Vitoria justa do Illiabum perante um Porto onde as ausencias por lesão de Carlos Andrade e de Jermy Hunt a contas com um processo disciplinar, não podem justificar tudo.
No Illiabum, destaque para um colectivo muito forte e unido onde é justo referir o enorme contributo de Fábio Lima e o enorme espírito de sacrifício de Matt Shaw. No Porto, Gregory Stempin foi o único a demonstrar estar à altura do desafio, num conjunto que revelou uma enorme falta de liderança.











